Chegar para exercer seu direito  de votar em um candidato que escolheu para lhe representar por quatro anos e ser barrado porque alguém votou em seu lugar. Foi esse o caso que aconteceu na cidade de Itapetinga, no interior da Bahia, por volta das 14h20 desse domingo (15).

Uma mulher de 29 anos, grávida de 5 meses, deslocou-se até o Colégio Polivalente, porém, ao entrar na sessão 58, foi atendida juntamente com outra eleitora. Em seguida, as mesárias misturaram os documentos e entregaram o comprovante de votação errado. Ao perceber o erro, a mesária tentou habilitar o título da eleitora para a devida votação, mas, no sistema da Justiça Eleitoral dizia que o voto já havia sido computado. No final da história, a moradora deixou o local sem exercer o seu direito ao voto.  

A vítima, que terá a identidade preservada pelo IREPÓRTER, alega constrangimento ilegal, já acionou os órgãos competentes e aguarda as providencias que o caso requer.

A Justiça Eleitoral de Itapetinga ainda não se manifestou publicamente a respeito do ocorrido.

Clique AQUI para mais informações de Itapetinga:

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