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Itapetinga| Indiciado pelo homicídio de Joadson é colocado em liberdade; entenda o caso

Foto: reprodução

A Justiça Criminal da Comarca de Itapetinga, no Sudoeste da Bahia, colocou em liberdade provisória, na tarde desta terça-feira (25), o caseiro Hariinho Lopes. Por volta das 15 horas, o homem deixou a carceragem da delegacia local para aguardar (em liberdade) o julgamento do caso.

Harrinho foi preso no dia 27 de agosto do ano passado pelo homicídio do próprio amigo, o funcionário da JBS, Joadson Souza Santos (foto acima). O crime aconteceu na Praça Monte Castelo, região central da cidade. A prisão ocorreu horas depois do assassinato.

A investigação policial comprovou que o assassinato teria ocorrido por motivo passional; o investigado suspeitava que Joadson estava se relacionando amorosamente com a sua esposa. Diante da suspeita, ele criou perfil nas redes sociais e, se passando por uma mulher muito bonita, vinha trocando mensagens com a vítima nos dias que antecederam o crime.

Os envolvidos eram amigos, inclusive, esta fotografia foi publicada pelo próprio acusado após o homicídio.

Ainda de acordo com a polícia, Hariinho marcou um encontro com Joadson na praça Monte Castelo. A vítima foi atingida com tiros de revólver e morreu nas proximidades do local. O revólver teria sido descartado no Rio Catolé.

A soltura do indiciado por homicídio já era esperada por uma parcela da população. A lei brasileira tenta evitar ao máximo que alguém tenha que aguardar julgamento preso, exceto em  crimes hediondos, quando o suspeito é reincidente ou quando a possibilidade de ele fugir é grande.

A liberdade provisória, como o nome indica, dura apenas até a sentença. Se a sentença condená-lo, ele será preso e perderá sua liberdade. E se a sentença absolvê-lo, sua liberdade se tornará permanente.

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