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Ladrões não poupam nem criança durante assalto no município de Itapetinga; polícia se manifesta

Foto: de arquivo

Dois bandidos numa motocicleta tocaram terror, por volta das 20 horas desse domingo (12), no povoado de Palmares, pertencente ao município de Itapetinga. Os homens levaram objetos pessoais dos moradores e até uma criança teve o celular roubado. As vítimas disseram que também foram ameaçadas por um dos ladrões, que portava uma arma de fogo, provavelmente revólver.

Moradores entraram em contato com à imprensa com objetivo de denunciar a falta de segurança em Palmares.

“Aqui, não tem segurança nenhuma, nem aos finais de semana tem polícia. Vem gente de fora tirar nossa paz e ninguém faz nada”, declarou um morador, que pediu para não ser identificado na matéria.

Apesar do ocorrido, as vítimas só registraram Boletim de Ocorrência (B.O), solicitando da Polícia Civil uma investigação a respeito do caso, nessa terça-feira (14).

Procurada pelo site iRepórter, a 8ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Itapetinga), responsável pelo trabalho preventivo, se manifestou através de nota.

“A Unidade está atenta à questão da segurança em Palmares e destaca que serão tomadas as providências cabíveis no que tange a segurança do local. Por fim, a 8ª CIPM reitera seu compromisso com a segurança da população de Palmares, bem como das 13 cidades e dos respectivos distritos que são de sua responsabilidade, reafirmando nosso empenho em servir e proteger a comunidade da região médio sudoeste”.

A nota  diz ainda que a Polícia Militar não foi informada pelos moradores de Palmares sobre o assalto no fim de semana. No entanto, “em breve serão realizadas  ações da PM na localidade”.

A Guarda Civil Municipal (GCM) foi questionada pelo jornal, pois a corporação também é responsável pelo policiamento ostensivo ou preventivo.

O comandante Weltmo Vieira destacou que os agentes estão colaborando na medida do possível, porém, não dispõe de viatura o suficiente para atender os moradores de Palmares.

“Estamos com uma viatura na oficina. Não podemos deixar a sede desguarnecida, porque aqui temos uma demanda muito grande de ocorrência”, explicou o comandante.


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