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Atenção motorista, além do triângulo: conheça o novo acessório de segurança que deve virar lei
O colete refletivo — aquele acessório de alta visibilidade já comum em outros países — pode passar a integrar o kit básico de segurança de todos os motoristas brasileiros. Um novo Projeto de Lei (PL 282/2026) em tramitação na Câmara dos Deputados propõe que o item seja obrigatório em situações específicas de parada na via.
O objetivo central da medida é reduzir atropelamentos e acidentes graves em rodovias, aumentando a visibilidade de quem precisa descer do veículo em locais perigosos ou de baixa luminosidade.
O que muda com o PL 282/2026?
A proposta foca na prevenção. Se aprovada, a lei trará duas frentes principais de atuação:
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Novos Veículos: O colete refletivo passará a ser um dos equipamentos obrigatórios de fábrica, assim como o estepe e a chave de roda.
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Uso em Emergências: Condutores deverão vestir o colete sempre que precisarem sair do veículo em via pública por motivos de força maior.
Importante: Para quem já possui carro, a regra funciona de forma diferente. Donos de veículos usados não serão multados pela falta do item, mas haverá uma forte recomendação para que adquiram o acessório para sua própria segurança.
Quando o uso será obrigatório?
A ideia é que o motorista já saia do habitáculo do carro vestindo o colete. Os principais cenários descritos no projeto são:
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Pane mecânica ou elétrica: Quando o carro para no acostamento ou na pista.
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Acidentes de trânsito: Durante a sinalização do local ou espera por socorro.
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Troca de pneus: Atividade que coloca o motorista em exposição direta ao fluxo de veículos.
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Falta de combustível (pane seca): Situações em que o condutor precise se deslocar a pé pela margem da via.
Por que a medida é necessária?
Dados de segurança viária apontam que a sinalização apenas com o triângulo, muitas vezes, não é suficiente para proteger o condutor, especialmente à noite ou sob chuva. O colete refletivo permite que outros motoristas enxerguem a presença humana a centenas de metros de distância, garantindo o tempo de reação necessário para desviar ou reduzir a velocidade.
Atualmente, o projeto segue para análise das comissões temáticas na Câmara. Se aprovado, o Brasil se alinhará a normas de segurança já vigentes em diversos países da Europa e do Mercosul.
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