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Conheça a história de Amanda, a gastróloga encontrada enforcada em Itapetinga

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Foto: reprodução/ Tarugão Barreira

Amanda Aparecida  Vilmar tinha 35 anos, possuía curso superior e chegou a exercer a profissão. Mas teve um final trágico, aumentando a dor e sofrimento da família.

A mulher encontrada enforcada na Central de Abastecimento tinha uma história de conflitos familiares e  dependência química. Mas foi uma pessoa que tentou vencer na vida, inclusive, através da educação. Ela também era mãe.

Amanda era formada em gastronomia pela Faculdade Estácio de Sá, no estado de Minas Gerais, e chegou a exercer a profissão. Ela trabalhou como cozinheira industrial, no entanto, não fixava nos empregos por conta do vício. As informações foram passadas pela própria irmã de Amanda, Sandra, ao iRepórter.

Sandra também informou que fez o possível para ajudar a irmã, que havia chegado recentemente do Estado de Minas Gerais. Mas Amanda passou a usar crack e sobreviver nas ruas de Itapetinga.

O corpo da gastróloga foi sepultado nessa quinta-feira (9), no cemitério Parque da Eternidade, no bairro Nova Itapetinga. O clima é de muita dor e comoção entre os familiares de Amanda.

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A morte de Amanda está sendo investigada pela Polícia Civil de Itapetinga, que contará com laudos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) para serem anexados ao inquérito do caso. A vítima estava enforcada dentro de um box desocupado. A principal linha de investigação da polícia é de suicídio, mas somente depois da finalização do inquérito será possível confirmar ou descartar esta suspeita.

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