A procura pela Defensoria Pública da União (DPU) tem crescido desde o início do pagamento do auxílio emergencial oferecido pelo governo federal em meio à pandemia do novo coronavírus. Dados levantados pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo, junto ao órgão, indicam que no mês de abril foram 5.319 registros.

A previsão, de acordo com a Painel, é de que o volume aumente neste mês. Em maio, só até o dia 12 foram 3.919 no país todo. “É exponencial o crescimento no número de pessoas buscando a defensoria para abrir um processo de assistência jurídica e verificar por que tiverem indeferimento”, diz Atanasio Lucero, defensor nacional de Direitos Humanos. ?

À Folha, Lucero explicou que embora grande, o número representa apenas uma parcela das pessoas que estão com dificuldade porque nem todos sabem acessar a Defensoria Pública da União. “Somos um órgão que tem de estar ao alcance dos mais vulneráveis, mas há camadas que não sabem nos acessar”, afirma ele.

O defensor chamou a atenção para as pessoas que não conseguem requerer o benefício porque não têm celular. “Houve uma ação coletiva para que isso fosse desobrigado, mas foi indeferido. É alarmante, porque as pessoas mais pobres não têm celular”, afirmou Lucero. (BN)

1 COMENTÁRIO

  1. Eu peguei as três parcelas do auxílio e na quarta tava bloqueado pelo ministério da cidadania eu não tenho ganho nenhum estou desempregada com uma filha pequeno pagando aluguel não sei mais o que fazer min ajuda pelo amor de Deus

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