conecte-se conosco
 

Polícia

Programa de R$ 100 terminou em morte na Bahia; investigação revelou detalhes

Publicado em

O assassinato de Augusto Omolú ainda causa impacto na Bahia. Ele era um bailarino, coreógrafo e ator de renome internacional. Omolú foi ícone da dança afro-brasileira e do Balé Teatro Castro Alves (BTCA).

O crime brutal em Lauro de Freitas

A tragédia ocorreu em 2 de junho de 2013. O artista foi morto dentro de sua casa, em Buraquinho. O corpo foi encontrado pelo caseiro na manhã seguinte. Omolú tinha 50 anos e apresentava marcas de facadas.

Na época, a polícia não encontrou sinais de arrombamento. O artista já estava preocupado com a segurança e queria vender o imóvel. A brutalidade do crime chocou a classe artística e familiares.

Confissão e motivação

Dois meses após o crime, a polícia prendeu Cléverson Santos Teixeira, o “Bobó”. Ele confessou o assassinato. Segundo o depoimento, os dois se conheceram em um bar e foram para a casa do bailarino.

Houve uma discussão no local. Cléverson pegou uma faca na cozinha e golpeou a vítima. Ele fugiu levando o celular de Omolú para trocar por drogas. Câmeras de segurança registraram o suspeito saindo da casa com roupas sujas de sangue.

Anúncio

O desfecho na Justiça

A condenação veio apenas em 2019. Cléverson foi condenado a 7 anos de prisão em regime semiaberto. No entanto, o réu não compareceu ao julgamento e era considerado foragido.

Pouco depois, houve uma reviravolta no caso. A Justiça descobriu que o assassino já estava morto. Ele faleceu em 2018, em um hospital de Jequié, também vítima de golpes de faca. A autoria da morte de Cléverson nunca foi descoberta.

Legado na dança

Augusto Omolú deixou um vazio na arte baiana. Amigos e alunos realizaram diversas homenagens e pedidos de justiça. Sua técnica e ensinamentos sobre a dança afro continuam sendo referência para novas gerações. (Com informações do correio24horas)

Claque AQUI para mais notícias

Anúncio
Compartilhe:
Anúncio

Mais Lidas

error: Content is protected !!