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Polícia

Novas informaçoes do caso Kemilly Silva; confira

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Os familiares de Kemilly Hadassa Silva, 4 anos, compareceram ao Instituto Médico Legal (IML) de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense (RJ), para liberar o corpo da criança, nesta segunda-feira (11/12). A menina estava desaparecida desde sábado (9/12). Ela havia sido sequestrada e estuprada por Reynaldo Rocha Nascimento, 22, primo da mãe dela.

Emerson da Silva Roque, 37, tio da vítima, esteve no IML e participou dos trâmites legais. Segundo ele, vizinhos ouviram gritos vindos da casa da família de Reynaldo, que já era visto pelos parentes da garota como suspeito do desaparecimento.

“Um dos vizinhos escutou gritos próximo ao lugar em que ele morava. Aí, invadimos o local. Nos fundos, tinha um barraco abandonado. Vimos sangue lá. A mãe dele disse que era sangue de cachorro. Ela ajudou a ocultar o corpo”, detalhou Emerson, abalado, enquanto segurava o vestido favorito de Kemilly.

O crime
Kemilly desapareceu no sábado, quando dormia com os irmãos, de 7 e 8 anos, em Cabuçu, bairro de Nova Iguaçu. O tio da vítima afirmou que Reynaldo tinha fácil acesso à residência de Suelen Silva, mãe dela. A responsável pela criança deixou os filhos sozinhos e saiu por volta das 23h daquele dia. Ao retornar, às 5h do dia seguinte, não encontrou a filha.

Os policiais prenderam Reynaldo no domingo (10/12), como principal suspeito. Ele havia sido agredido por moradores locais, e chegou à delegacia com a cabeça enfaixada. O criminoso confessou o ato. Falou que a sequestrou, pois sabia que ela estaria sozinha.

Ele a estuprou e, para se livrar de suspeitas, a estrangulou e pôs o cadáver em um saco de ração. Após isso, escondeu o corpo, o qual havia sido localizado pelos policiais na beira de um valão próximo à casa dele.

Após realizar o exame de corpo de delito, o criminoso seguiu para o presídio de Benfica, zona norte do Rio. Kemilly será sepultada no Cemitério de Nova Iguaçu, na terça-feira (12/12). Ainda não há informações sobre o horário da cerimônia.

Mãe
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) também conduz apurações contra Suelen da Silva, mãe da menina. Ela é investigada por negligência e abandono de incapaz por ter deixado a criança e os outros dois filhos para ir a uma festa.

O delegado Mauro César, titular da DHBF, deu mais detalhes sobre essa situação. “A mãe deixou a filha e mais dois irmãos dela sozinhos em casa e foi a um forró no mesmo bairro. Quando retornou e não encontrou a filha, se desesperou e buscou ajuda da Polícia Civil”, disse.

Para o tio, a mãe precisa ser responsabilizada pelo ocorrido. “Não estamos aqui para passar a mão na cabeça de ninguém. Ela vai morrer com a dor de saber que, se estivesse lá, nada disso teria acontecido”, pontuou. (metropoles)

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