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Itapetinga vive dia de protesto; entenda o caso

Por ireporter.blog

Foto: ireporter.blog
O dia foi de protesto em Itapetinga. Desde as primeiras horas desta segunda-feira (19) que um grupo de trabalhadores resolveu protestar. Inicialmente, eles colocaram fogo em pneus na rodovia BA-263, mais precisamente, em frente ao parque Poliesportivo da Lagoa. No entanto, o clima esquentou mesmo foi em frente a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), quando, os mesmos manifestantes, colocaram fogo em pneus e galhos de árvores, interditando os dois lados da rodovia, que corta a cidade.
Motivo do protesto
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Recentemente, um grupo de moradores começou a demarcar e construir alguns quiosques com intuito de atender pessoas que passam por ali diariamente. O mesmo já acontece em outros pontos da cidade; são áreas que pertencem ao município ou estado, mas, que são utilizadas para fins particulares. Os trabalhadores se organizaram e criaram Associação Econômica Solidária dos Pequenos Empreendedores (AESPE). As construções estavam acontecendo normalmente, algumas, inclusive, bem avançadas.
Foto: Roberto Som
Como se trata de uma área pública, a Seinfra pediu apoio da prefeitura de Itapetinga para, juntamente com a Polícia Militar, realizar a desocupação da área invadida, tecnicamente chamada de ‘faixa de domínio’. Os trabalhadores ficaram sabendo da solicitação feita pela Seinfra e resolveram protestar para impedir que as construções fossem demolidas.
O trânsito e o transtorno
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O trânsito ficou interditado nos dois sentidos da via. A cortina de fumaça escura era tão grande que podia ser vista de longe. Muitos caminhoneiros e motoristas de ônibus ficaram ‘presos’ no trânsito. Por volta das 11 horas, a Polícia Militar conseguiu negociar com os manifestantes a liberação de um lado da pista.
O medo das máquinas
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O barulho das máquinas da prefeitura atormentava os manifestantes. Alguns ficaram próximos de suas construções como se quisessem protegê-las; um deles disse que utilizou tudo que conquistou durante anos de trabalho para construir o quiosque. Um funcionário público municipal pediu apoio da polícia porque, segundo ele, alguém ligado ao protesto teria ameaçado os motoristas da prefeitura. Os policiais foram averiguar, mas, não detiveram ninguém.
Como terminou o protesto
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Policiais militares, fortemente armados, inclusive, uma equipe portando armas não letais, estavam prontos para um eventual confronto. No entanto, depois de aproximadamente 6 horas de conversa e espera, debaixo de um sol escaldante, ficou acertado que os manifestantes ainda terão 48 horas para negociar com a Seinfra.
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Mas, a cerca utilizada para separar os terrenos invadidos foi destruída pelas máquinas, as quais também foram utilizadas para remover barracos vazios, às margens da pista.
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Ainda não há informações oficiais se outros pontos da rodovia e também da cidade vão passar pelo mesmo processo de fiscalização que aconteceu nesta segunda-feira, dia 19.

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